
domingo, 15 de março de 2009
Amor & Ódio ???!!!

sexta-feira, 13 de março de 2009
"Mudamos o mundo ao mudarmos nós mesmos"

"Uma mudança ou transformação pressupõe uma alteração de um estado, modelo ou situação anterior, para um estado, modelo ou situação futuros, por razões inesperadas e incontroláveis, ou por razões planejadas e premeditadas.
Mudar envolve, necessariamente, capacidade de compreensão e adoção de práticas que concretizem o desejo de transformação. Isto é, para que a mudança aconteça, as pessoas precisam estar sensibilizadas por ela.
Perceber a dinâmica das mudanças é uma necessidade. Viver atualizado é uma questão de sobrevivência e uma maneira de visualizar melhor o futuro, já que os novos tempos exigem uma nova postura de pensamento. Existe um mundo que está acabando e outro que está começando e as pessoas, naturalmente, costumam lidar com isso de maneira defensiva, com temor ou rejeição, na maioria das vezes.
Mesmo pessoas mais esclarecidas e atualizadas revelam-se surpresas com as mudanças sociais, políticas, econômicas, tecnológicas, culturais, ecológicas, etc., que acontecem ao longo da vida.. Essas transformações fazem com que a vida não seja um caminho linear em que as pessoas percorram livres e desimpedidas." Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Casas Vivas ou Casas Mortas

"Sua casa é viva ou morta? A pergunta soa estranha, com certeza. E você logo responderá que casa é algo inanimada.
A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.
Entretanto, casas existem que são mortas. Vocês entram e sente em todos os comodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.
Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.
Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.
Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontração, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.
Por isso mesmo parecem mortas.
As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.
No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.
Em todos os comodos se reflete a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.
Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.
A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo de água, um café, um pedaço de pão.
Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.
Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.
Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.
As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.
* * *
O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante é as coisas, não as pessoas.
Manter o asseio, a ordem é correto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.
Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.
Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar. "
terça-feira, 10 de março de 2009
"Achismos"

Achamos que as pessoas pensam, achamos que as pessoas sentem, achamos que as pessoas gostam, achamos, achamos, achamos...Nos esquecemos de perguntar, de falar, de olhar no olho e escutar!
Todo BBB eu não vejo o começo, e na metade pego o vício. Claro que as espiadinhas básicas acontecem desde o primeiro dia e com isso, os participantes preferidos vão aparecendo.
Nos últimos dias, tenho acompanhando um falatório naquela casa, que como diz uma amiga, "tenho vontade de esganar" algumas pessoas.
Claro que muito daquilo não condiz com a realidade. A pressão é enorme, os relacionamentos intensos demais, emoção extremamente solta ao vento, mas, não tem como não parar pra pensar.. Não consigo me lembrar direito qual a frase certa dita por Pedro Bial em um daqueles textos incríveis que ele "nos despeja" em dias de paredão, mas, o sentido, foi impossível esquecer.. Ele disse que "nos vemos no outro, pelo BBB"...E, quando essas situações acontecem, impossível não relacionarmos com o lado de cá da casa.
A tal da Naiá (que ainda é uma incógnita pra mim), deu para jogar na cara dos participantes do "outro lado" que eles combinam voto. Estamos acompanhando por aqui, e, sabemos que as preferências existem, mas, que o voto combinado, não tá acontecendo. A Ana, que divide a minha opinião, tem gritado aos quatro cantos que a única amizade verdadeira que existe ali, é das duas. Josi (já gostei mais dela) e a Maíra (não desce pela minha garganta de jeito nenhum!!!) falam o dia todo do critério de votação, de justiça e não sei mais o quê.
Enquanto isso, a única coisa que realmente percebo é que "esse lado" da casa, criou um vínculo de amizade que eles simplesmente preservam uns aos outros pela lealdade. Simples assim.
Simples demais se as pessoas parassem de ficar procurando o tal do 'cabelo em ovo' e ficar arrumando justificativas pelo que nem lhes diz respeito...
Fico pensando, em quantas oportunidades perdemos de olhar para o que as pessoas realmente tem a dizer, quando tentamos ficar interpretando as "entrelinhas" do que pode não ter sido dito. A quantidade de vezes que jogamos fora a chance de acreditar em alguém porque a verdade que criamos não pode ser errada diante da verdade do outro. Os julgamentos que nos permitimos fazer do sentimento e pensamento alheio, apenas porque as atitudes das pessoas não saem como o esperado.
Nos últimos tempos, tenho evitado falar com meias palavras. Se eu tenho alguma coisa para falar pra alguém, falo e pronto. Se quiser ficar tentando me entender e encontrar o que eu não disse, pode ter certeza que é perda de tempo. As coisas podem ser mais simples se não ficarmos sempre insistindo em decifrá-las e complicá-las.
Claro que tudo tem uma razão, um motivo, alguma coisa que impulsiona o sentimento, a atitude, mas, nem sempre isso diz respeito a outra pessoa. E, se quer saber, pergunte. Se quer que a pessoa saiba, fale!
O BBB pode não ser considerado o programa mais cultural, informativo que existe, mas, as situações que acontecem ali, estão o tempo todo acontecendo conosco. Com graus e intensidades diferentes, mas, sempre acontecendo...

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera,
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda
em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem
a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas,
se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto
tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores
que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos.
Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos
minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais
quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço
que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede
essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso
"porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos
que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente
o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e
continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do
que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que
possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar
com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não
sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás.
E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa,
de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa,
de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar,
dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras
ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para Deus e
agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Pense!... Não perca mais tempo....
segunda-feira, 9 de março de 2009
Tiaaaaaaaaaaaaa

sábado, 7 de março de 2009
A arte de ser mulher
Dia 08 de Março - Dia Internacional da Mulher

domingo, 1 de março de 2009
A história de nós três...

Estou tentando entender, buscar respostas, aceitar a perda...
Estou tentando respeitar a vontade de Deus e esquecer todas as orações, os pedidos, as promessas e meu desespero para que Ele salvasse a vida da Gucci e da Mel...
Estou tentando não chorar quando vejo os brinquedinhos, as caminhas e os ossinhos que foram deixados espalhados pela Mel e pela Gucci por toda casa.
Estou tentando ficar juntinha da Meg para que ela não fique tão tristinha, sentindo a falta das companheirinhas, afinal, onde uma estava, as outras duas estavam também...
Estou fazendo tantas tentativas que acabo me perdendo delas com a minha dor...
Mas, eu preciso deixar a Gucci e a Mel partirem...Preciso deixar que elas fiquem bem logo, onde quer que estejam...
A maioria das minhas amigas achava a Gucci feia. Ficavam irritadamente me falando isso. Elas não tinham noção do quanto a Gucci era especial. Do quanto ela era carinhosa, meiga, educada, companheira...Era inteligente, esperta, brincalhona...a minha amiguinha...
No frio, se enfiava debaixo do edredon e a preguiça tomava conta dela...Quando era novinha, ela gostava de deitar na minha cabeça...Roubava metade do meu travesseiro e eu adorava, rs...Depois, optou por deitar sempre nos pés...De vez em quando, se encostava nas minhas costas ou no meu peito, dependendo do lado da cama que ela escolhia...
Já quando a temperatura aumentava e o calor era demais, ela descia da cama no meio da noite e ia dormir no banheiro. De preferência entre o vaso sanitário e o box, onde ela conseguia se encaixar e ficar o resto da noite...
Enquanto a Meg sempre foi mais quetinha, a Gucci sempre gostou de brincar. Me recebia com um bichinho na boca e o "cotoquinho" balançando, me chamando pra brincar...Ou então, eram as bolinhas...que ela jogava no meu pé, pedindo pra eu chutar e ela poder correr pra buscar...
Não sei definir a proporção da importância da Gucci e da Meg na minha vida. Os dias tristes que elas insistiam em alegrar, os momentos difíceis quando as lágrimas corriam e elas sempre tentavam conter com as "lambidas" e os carinhos que só esses anjos de quatro patas conseguem dar, expressando o amor puro e verdadeiro.
O tempo foi passando, elas vieram morar com meus pais e cativaram aqueles que nunca deixaram os filhos ter bichinhos de estimação...
Com amor e lealdade inquestionaveis, uma devoção e fidelidade incomuns, encheram a casa de alegria. Tomaram conta de todo espaço, dos sofás, dos tapetes, das almofadas e do coração de todos...
Fiquei "longe" delas por alguns meses, mas, nada foi suficiente para que elas chegassem a esquecer que eu era "a mamãe"...
Sempre muito amadas e muito bem cuidadas, não imaginávamos mais essa casa sem elas. A preocuação em sair e deixá-las, o cuidado para levá-las para passear, as viagens que não podiam acontecer sem a Gucci e a Meg...tudo isso fazia parte dos nossos dias...Elas eram membros da família, daquelas que saem na "foto oficial" e tudo...
Dis 24 de setembro de 2008, a Gucci teve bebê! Depois de todo desespero de não sabermos como agir, da ajuda que eu tinha do veterinário pelo telefone e da minha amiga Ro pela internet, vieram os quatro filhotinhos!
Com corpinho de ratinho e rostinho de porquinho eram os filhotinhos feios mais lindos que eu ja vi...Dois machinhos e duas feminhas.
Com dois dias a Ana Clara já deu nome pra eles: Ted, que era o machinho caramelho (ficou a versao masculina da Gucci); Snop, que era o machinho branquinho (ficou poodlezinho igualzinho ao pai); Thifanny, que tinha fucinho rosa (tbm puxou ao pai!) e a MEL, que as orelhinhas eram mais escurinhas (vira latinha xerox da mãe!).
A Meg não podia chegar perto que a Gucci rosnava. Até avançou nela umas duas vezes...E os bebezinhos foram ganhando espaço na casa. Meu pai, chegava e ia correndo ver como estavam...Minha mãe e a Cleusa ficavam o dia inteiro vendo eles se arrastarem e mamarem... Eu,
nem preciso comentar, rs
À noite, eu não resistia e trazia a caixinha deles pro meu quarto. Era certeza de noite praticamente acordada...mas, era uma delícia!!!!!!
A Mel foi a primeira a aprender a ficar chorando do meu lado pra subir na cama: IRRESISTIVEL! E eu, que já estava completamente encantada e apaixonada por ela há muito tempo, venci a guerra "a Mel fica" com meu pai...
Poucos dias que tinham completado um mês e a Thifanny foi a primeira a ir pro novo lar! Foi pertinho, pra casa dos meus sobrinhos, o que permite que ela seja visita constante nos finais de semana brincando sem cansar com a Mel...
Depois, foi o Snop e o Ted para donos escolhidos a dedo quando o assunto foi amor e dedicação...
Cada dia mais parecida com a mamãe Gucci, a Mel se diferenciava dela na calma e na paciência, características da Gu, claro, rss
Enquanto a Gucci deitava no meu colo e dormia quetinha, a Mel não parava um minuto! Subia pelo pescoço e depois que ela aprendeu a morder, ficou terrível e impossível receber os carinhos dela sem os arranhões e as mordidas na orelha e no nariz...
Ela dormia de rostinho colado comigo e pouco depois ia pra minha cabeça. Lugar que ela saía no meio da noite e ficava passeando pela cama e pelos travesseiros para se acomodar...
De madrugada, ela queria brincar! Me acordava com lambidas, que quando ela percebia não adiantar muito, mandava ver nas mordidas no meu nariz...Até eu dar o dedo pra ela morder, não aguentar e acordar pra brincar um pouquinho com ela...No outro dia, era eu sonolenta tento que ir trabalhar e ela sendo mimada pela Gucci, que ficava horas fazendo carinho nela...
Aprendeu rapidinho o que significava a palavra "passear" e tava sempre atentando a Gucci e a Meg (que não dava muita trela pra ela) pra brincar...
Na hora do almoço, comia a comidinha (que a minha mãe insistia em dar) correndo, para acabar logo e "ir pro prato" da Gucci...
Todos os dias eu achava alguma coisa nova "destruída" pela Mel perdida pela casa...Sapatos, piranhas de cabelo, absorventes, pentes, escovas, revistas, canetas, pincéis, bombril, sabonete, chaveiros...tudo o que estava ao alcance virava alvo fácil pra ela...
Ela corria com a bucha na boca e eu atras, não sabendo se ria, dava bronca ou pegava no colo, apertava e enchia de beijos...
Beijo aliás, foi uma coisa que eu dei muito...Abraço, aperto, mordida na barriga...Adorava sentir as patinhas dela no meu rosto enquanto eu fazia barulho na barriguinha dela...Ela era mesmo o meu bebê e eu tenho muito orgulho de dizer isso...
Vivia com o peito arranhado e o nariz mordido...Mas, eu não me importava!
Era ela que junto com a Gucci e a Meg, que me faziam esquecer dos problemas, sorrir quando eu tinha vontade de chorar e brincar, quando o assunto que eu precisava pensar era sério...
Talvez o título desse post deveria ser "a história de nós 4", porque a Meg viveu tudo conosco! Mas, terão outras oportunidades para eu falar sobre essa minha companheirinha que está tão triste como todos aqui em casa...
Depois de tudo isso, eu ainda preciso entender...
Porque, eu preciso deixa a Gucci e a Mel partirem...
Preciso juntar os pedacinhos de ossinho, os brinquedinhos e as piranhas que a Mel deixou embaixo da cama...Preciso decidir o que fazer com as caminhas, tantos potinhos de ração, tantos shampoozinhos e bolinhas que estão pela casa...Preciso juntar os jornais que a Mel aprendeu a fazer xixi e coco em cima...
Preciso decidir onde guardar tanta dor e sofrimento, que ta gritando pela falta delas e fingir que a casa não está triste e vazia...
Preciso deitar no travesseiro todo e parar de esperar que elas venham dormir comigo...
Preciso aprender a guardar todo amor incondicional e verdadeiro e a alegria que elas me ofereceram nos meus dias de tristeza...
Preciso entender, que, "a história de nós 3" tem que ficar guardada no meu coração e na minha memória, porque eu não vou ter mais aquela recepção tripla de felicidade quando eu chegar de madrugada em casa...
Preciso respeitar que o céu tava precisando da Gucci e da Mel para espalhar doçura e alegria por lá e fazer as pazes com o Papai do Céu por Ele não ter aceito as minhas promessas...
E, mais que tudo, preciso aceitar que não foi um grande e terrível pesadelo, que quando eu acordar, seremos só eu e a Meg...Sem entender muita coisa, cheias de dor e saudade, precisando apenas aceitar, que a Gucci e a Mel não vão mais voltar...
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Papai do Céu não foi legal comigo...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Amor igual ao teu!

Meu coração ta de luto...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Hipocrisia

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
O Polegar

Quando disse que hoje meu post seria especial, de imediato eu ja sabia que falaria sobre o polegar.. Não só a explicação dada pra ele, que "o polegar, que com liberdade, algumas vezes aponta para cima, outras apenas se inclina para cima, mas nunca se limita a se posicionar ou pro mesmo lado, ou pro lado oposto, é um dedo não condicionado à situações...." mas outras que me permitem viajar com a mesma intensidade.
O polegar, é o dedo mais distante dos outros na mão. Ele fica ali, quetinho, na dele, observando os outros, e, aceitando seu lugarzinho distante e que o aponta como menor, pra baixo mesmo dos outros. Enganada está aquela pessoa que ao observar o polegar, o diminui ou o exclui por isso! Basta observar que ele sabe seu lugar e é dali que ele aceita ser útil quando necessário e pode ter uma visão privilegiada dos demais. Como dito, é o dedo "legal", que consegue andar por todos os lados e ter todas as visões a sua volta.
Claro que uma análise dessa proporção sobre o polegar, só podia partir de alguém tão maluca quanto ele, que gira, gira, gira, olha tudo, muda de posição, volta, mexe, remexe, analisa e mantém-se LEGAL!
Dizem que todos temos um certo grau de loucura em nossa sensatez, e, fico me perguntando, qual o grau de uma pessoa extremamente sensata! Será que gira na mesma proporção? Será que é usada como consequência uma da outra? rss... Não sei! Não tenho todas as respostas...e nem poderia também! Nem sempre atuo como o polegar viajando por todos os lados para poder entender todas as versões e buscar todas as respostas...rs
Acredito eu, que semelhante atrai semelhante. Mas, que aquelas atitudes e pensamentos tão opostos atraem pra nós todo aprendizado que podemos e devemos ter. Infelizmente, em algumas situações eu estive mais para indicador ou qq outro dedo que pro polegar! Mas, ainda bem, que o seu lado oposto deixou seu polegar falar mais alto e me mostrar tudo o que encontrou pelo caminho. Isso é completar, acrescentar ao outro o que se tem de melhor. E, por essas e outras, eu não abro mão de vc!
Não sei viajar como vc quando o assunto é polegar, mas, eu tbm consigo te acrescentar alguma coisa quando surgem os banquinhos pelo caminho, e, é isso que me faz acreditar que vale a pena!
As nossas diferenças tão complementares e as nossas semelhanças tão maiores.
E hoje, "meu pequeno polegar", fico feliz ao ver que depois de ter girado para todos os lados, vc conseguiu se voltar pra mim, e ver o que acontecia ali dentro. Fico feliz pelas risadas e choros incontrolaveis durante a madrugada, pela voz manhosa de volta e também pela cumplicidade recuperada de um jeito único e especial. Apenas por nunca ter sido perdida, apenas mascarada.
Hoje, me sinto feliz pela possibilidade de estar de volta a mim mesma, de poder entrar no meu coração e entender que apesar de não escolher, eu escolho sim a dimensão das suas ocupações...
e, NÃO ME ARREPENDO DISSO!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
O nosso poder de crer...

"Ninguém perde o que não tem..."

